
Prepare-se para mais censura e escândalo! Deu na Entertainment Weekly que o episódio de natal da 3ª temporada de 30 Rock, ganhadora do Emmy de melhor comédia pelo 2º ano consecutivo, vai ter uma piadinha daquelas envolvendo o Brasil. Segundo o site da revista, é uma conversa telefônica em que Jack (Alec Baldwin) explica para Liz Lemon (Tina Fey) sua idéia de um natal perfeito: voar para o Rio, pegar um bronze pelado e apostar em "monkey wrestling" - ou briga de macacos. O episódio deve ir ao ar em dezembro nos EUA.
Da última vez que falaram mal do Brasil, numa fala de Os Simpsons, a FOX censurou sem dó e dublou outra coisa por cima. Da penúltima vez, também em Os Simpsons, também envolvendo macacos, bom, todo mundo lembra o que aconteceu. O Matt Groening teve até que pedir desculpas à "amável cidade do Rio de Janeiro".
Resta saber o que a Sony e a Record, emissoras que exibem 30 Rock no Brasil, vão fazer para acabar com o natal perfeito do Jack Donaghy.

Me perguntaram se esse negócio de nave extraterrestre era ARG, mas eu não sabia do que se tratava... até receber este e-mail misterioso:
![]() | No dia 14/10, uma nave mãe extraterrestre inicia uma estadia de 3 dias no céu do nosso planeta. As grandes entidades podem elaborar suas comitivas e celebrações de recepção, mas a festUFO é a única que propõe uma legítima expressão popular humana na forma de uma festa. A idéia é permitir que os visitantes sintam-se confortáveis e dispostos a interagir, conhecendo as pessoas que habitam a Terra, seus costumes, suas histórias e tudo aquilo que pode surgir nesta sorte de celebração. Traga bebidas, malabares, instrumentos musicais e tudo o mais que tiver vontade para este evento único que acontece no dia 14/10, a partir das 19 horas, no Vão do MASP (São Paulo - SP). |

A imagem está na vertical porque seria uma vergonha diminuí-la para caber aqui. Então vira o pescoço (ou o monitor) aí, porque vale a pena. Esta é a capa de Fables Covers by James Jean - Vol. 1, provavelmente o livro mais importante do ano para quem curte arte e quadrinhos, que sai nos EUA entre o final de outubro e o começo de novembro.
O volume reune todas as capas até agora da série de quadrinhos Fables, da DC/Vertigo ('Fábulas' aqui no Brasil, onde sai pela editora Pixel), criadas pelo artista e ilustrador James Jean. As capas de Jean já renderam 4 prêmios Eisner de melhor capista, e tiveram um impacto no mundo dos quadrinhos parecido com o que o Dave McKean provocou nos anos 80 e 90 com as capas de Sandman, também da Vertigo. Agora o artista anunciou que vai deixar a série para se dedicar somente a projetos pessoais. A última capa criada por ele vai ser a da edição 81, que deve sair em janeiro.
Veja algumas das capas de Fables clicando aqui, e chore.
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No começo do ano, os episódios de South Park passaram a ser exibidos de graça da web (e não só dentro dos EUA, como acontece com outras séries) quase simultaneamente à TV. Quando um novo episódio é lançado, o site South Park Studios chega a ter mais de 1 milhão de acessos em um único dia.
Com a estréia da nova temporada, os produtores se preparam para dar outro passo. O Boing Boing publicou ontem um preview exclusivo do aplicativo de iPhone desenvolvido pelo time South Park. Ainda não há previsão de quando ele chega à lojinha de apps da Apple, mas quando isso acontecer vai ser possível ver todos os episódios da série em streaming, ler notícias, baixar wallpapers e colocar a foto dos personagens nos seus contatos.
Classe, o que achamos disso? (Mr. Garrison mode: on)
Achamos que South Park na verdade foi uma série criada por Trey Parker e Matt Stone para o iPhone. Foi o portátil da Apple que demorou 10 anos para chegar. ;)
Clique aqui para ver outras imagens do aplicativo no Boing Boing.

Chegou ontem ao iTunes o segundo episódio de um desastre chamado Watchmen Motion Comics. É o seguinte: você paga US$ 1,99 para assistir no seu PC ou no iPod um segmento de uns 25 minutos da versão animada da graphic novel épica de Alan Moore & Dave Gibbons. Por "versão animada", entenda uma animação em flash de quinta categoria, onde o texto dos balões é interpretado por um único ator - inclusive as falas de personagens femininos (!). É essa a idéia da Warner para "popularizar a história original" a tempo do lançamento do filme, ano que vem.
O blog gringo io9, dedicado à ficção científica, publicou um post recentemente xingando a onda das HQs animadas. De Heroes a Watchmen, passando pelas versões em movimento de Invincible, de Robert Kirkman, e N, de Stephen King, vídeos desse tipo não páram de surgir por aí. Não dá para culpar ninguém, é um jeito relativamente rápido e barato de produzir conteúdo para novas mídias. Mas, enquanto as versões de Watchmen e Invincible sujam a reputação desse sub-gênero, N, que você já viu aqui no Ultra, não fez feio, com um ótimo elenco de dubladores e uma animação mais sofisticada.
O io9 diz que HQs animadas não são o futuro das HQs, e acho que disso ninguém discorda. Não dá para comprar a idéia de que um híbrido de slide-show com desenho animado possa substituir uma forma de arte que nasceu para ser estática e já é perfeita no papel. PORÉM! É possível, sim, fazer uma HQ animada funcionar, e o exemplo máximo disso é o vídeo aí embaixo. Metal Gear Solid: Digital Graphic Novel, para o console PSP, uma HQ digital baseada no jogo da Konami para PlayStation, com arte do incomparável Ashley Wood. No dia em que alguém fizer uma HQ animada assim para a web a gente volta a conversar. Clique aqui para ver o post do io9 e um trecho da versão tosca de Watchmen para a web.